Mapa da Mina

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ATÉ 2013 SPCDM FARÁ INVESTIMENTO DE R$ 320 MILHÕES NA MINA DE SERRA PELADA


Até 2013 a Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento  Mineral – SPCDM - empresa criada pela Colossus Minreals e pela Coomigasp, deve investir R$ 320 milhões, a fim de que a nova mina de Serra Pelada traga os resultados esperados. Desde 2008, quando a parceria com a cooperativa dos garimpeiros foi firmada, já foram injetados na região R$ 190 milhões pela empresa. Foi o que anunciou o engenheiro de minas e presidente da SPCDPM, Paulo de Tarso Serpa Fagundes(foto) ao fazer uma rápida avaliação dos avanços ocorrido no Projeto.

O terreno onde a nova mina subterrânea está sendo instalada tem cem hectares. Ao todo, a Coomigasp detém três áreas de exploração no distrito de Serra Pelada, com um total de 1.089 hectares. Além do local que já está sendo transformado em nova mina por meio da parceria com a Colossus, a cooperativa ainda tem outras duas áreas, uma de 123 hectares e outra de 700, cujo projeto no futuro será estendido e a participação dos garimpeiros também. Para que isso ocorro é necessário a realização de pesquisa geológica na área. Caso seja constatada a presença de minerais também nessas duas regiões, a cooperativa pretende firmar parceria com a Colossus, nos mesmos moldes da efetuada na nova mina de Serra Pelada.“Este é um projeto pioneiro. Não existe empresa canadense listada em bolsa que invista o volume de recursos que a Colossus está investindo. No momento em que colocarmos a mina em funcionamento, esse modelo vai acabar servindo de exemplo para outras parcerias”, acredita Fagundes. Pouco mais de 350  metros de mina subterrânea já foram escavados e a expectativa de Paulo Fagundes é de que a mina alcance cerca de 400 metros de profundidade, o equivalente a um prédio de 120 andares, com rampas e acessos subterrâneos. Abertas com o emprego de dinamite, as galerias de onde serão extraídos os minérios estão sendo concretadas, a fim de se evitar possíveis desmoronamentos. A cada explosão, avançam-se três metros. O túnel principal da mina, por onde passam os veículos e circulam os funcionários, também está recebendo telas de contenção e camadas de concreto. A movimentação da rocha é acompanhada periodicamente por meio de medidores instalados ao longo do trajeto da mina. Antes de seguir pelo longo túnel que já dá forma à nova mina, os funcionários precisam passar por uma série de procedimentos de segurança. Todos passam por um curso especifico com  30 horas de treinamento, onde o funcionário recebe informação sobre primeiros-socorros e orientações sobre como se portar a tantos metros de profundidade. Em geral, cada funcionário permanece até seis horas dentro da mina, sob uma iluminação que se assemelha à de uma casa à noite. Protetores de ouvido e colete sinalizador são de uso obrigatório, além de máscaras para respiração e outra chamada máscara de fuga, que tem vida útil de 25 a 120 minutos de oxigênio, em caso de possível desmoronamento. Antes de entrar na mina, todos ainda precisam verificar a pressão arterial. Para o presidente da Coomigasp, Gesse Simão os trabalhos estão evoluindo a cada mês no que diz respeito das escavações. Tudo está sendo acompanhado por diretores da cooperativa que tem um escritório de operações  dentro do canteiro de obras.
Fonte: AgaspBrasil

terça-feira, 25 de outubro de 2011

EM BUSCA DE NOVA METODOLOGIA ADMINISTRATIVA PARA A COOMIGASP


Está marcado para quinta-feira em São Luis a primeira reunião com o economista e administrador de empresas, Lauro Andrade Assunção que vai tratar sobre o novo modelo administrativo da cooperativa e o desenvolvimento de um estudo mais detalhado sobre como se dará a distribuição das ações que a sociedade garimpeira detém dentro da Serra pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral –SPCDM.


O economista também será convidado por Gesse Simão, presidente da Coomigasp, para fazer parte das reuniões de pré-assembléias que ocorrerão  em vários estados para que ele possa dar palestras sobre mercado de ações,  a sua importância e como a sociedade garimpeira irá se preparar para esse novo cenário que surgirá com o inicio da produção da mina de Serra Pelada. Desde quando foi criada a cooperativa de garimpeira ainda com o nome de Coogar, depois passando para Coogasp, e, em seguida, sucedida pela Coomigasp, que o pensamento administrativo da cooperativa sempre foi muito artesanal. “Em uma conversa previa com a Agasp Brasil  o economista Lauro Assunção disse que a cooperativa terá  que desencadear  uma nova metodologia administrativa para que o presidente Gesse possa de forma segura possa encarar os novos desafias que virão pela frente. O próprio Gesse também em conversa com o presidente da Agasp, Toni Duarte, disse que está na hora de mudar o velho conceito administrativo implantado nela desde a época de Sebastião Curió. “E não vamos mudar se não procurarmos profissionalizar cada vez mais os setores da nossa administração”, disse. O fato é que é preciso mudar. A Coomigasp transformou-se  numa grande cooperativa - mineradora que possui uma grande sociedade e não pode mais ficar a pegada na velha cultura administrativa de  um garimpo como foi o de Serra Pelada.


ERRATA

Noticiamos acima  que Lauro Assunção é economista, quando, na verdade, ele é  formado em direito, com vários cursos e experiências nas áreas de administração e economia, especialmente na área financeiro, tendo exercido o cargo de diretor do Banco do estado da Bahia. Além disso, Lauro Assunção foi secretário do Desenvolvimento Urbano da Bahia, bem como Reitor da Universidade Virtual e Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia do Maranhão.


ADIADA PRÉ-ASSEMBLÉIAS DE BRASÍLIA, GOIÂNIA E DE PEIXOTO DE AZEVEDO

A Coomigasp adiou para a segunda quinzena de novembro o inicio das pré-assembléias cuja a pauta é eliminar do Estatuto da cooperativa os 7% sobre a produção do ouro que a sociedade tem direito na nova mina de Serra Pelada. As reuniões que ocorreriam próximos nos dias 27,28 e 29 em Brasília, Goiânia e Peixoto de Azevedo no Mato Grosso foram suspensas. O motivo foi a não publicação do edital pela Coomigasp já que nestas pré-assembléias também está incluído na pauta a eleição de todos os delegados regionais.

Fonte: Agasp Brasil

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

MINISTRO CARLOS LUPI ANUNCIA APOIO Á CAUSA GARIMPEIRA



O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse que vai se empenhar para que o projeto de lei 5227/2009, que cria uma aposentadoria especial aos garimpeiros, e, que,  se encontra na Câmara dos Deputados seja aprovado. O anuncio foi feito ao presidente da Agasp Brasil, Toni Duarte, e do presidente da Coomigasp, Gesse Simão, durante audiência ocorrida na tarde de ontem em Brasília.
O encontro foi marcado pelo deputado Weverton Rocha (PDT-MA). O parlamentar irá convidar o relator do projeto,  deputado Junior Coimbra (PMDB-TO), para que ambos provoquem uma nova rodada de negociações  dentro do Ministério da Previdência  no sentido de buscar uma solução para a aprovação da proposta.
O ministro Carlos Lupi classificou como legitima a luta das entidades garimpeiras na busca pelo direito da aposentadoria e disse que ira propor ao ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho e junto a Casa Civil da Presidência da Republica  uma discussão mais amiúde no sentido de buscar a melhor formula a exemplo da criação de um percentual junto a industria da mineração que possa constituir um fundo para ajuda  bancar a aposentadoria aos garimpeiros.
“Os garimpeiros vivem em risco permanente , é uma atividade  insalubre  e sem nenhuma garantia de segurança. Cabe ao Estado garantir  aos trabalhadores os seus direitos”, afirmou. O ministro comparou  ainda a atividade garimpeira similar a atividade dos trabalhadores rurais e dos pescadores e que por isso merece ter o direito a aponsetadoria sem ter que contribuir com a Previdência Social.  Sobre os três projetos de capacitação profissional voltados para filhos e filhas dos garimpeiros de Serra pelada entregue pela Agasp Brasil o ministro Carlos Lupi se comprometeu a viabilizá-los o mais rápido possível.
(AgaspBRASIL)